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Como escolher a escavadeira ideal para cada obra

Assessoria de Imprensa - 11 de abril de 2022 189 Visualizações
Como escolher a escavadeira ideal para cada obra

Toda obra precisa de planejamento para que aconteça de maneira segura, em conformidade com o cronograma e com economia de recursos. Entre tantos aspectos a serem pensados, escolher os equipamentos que serão utilizados de maneira estratégica é um deles. A tarefa de determinar o equipamento ideal não é simples e a escolha errada pode trazer problemas para a segurança da operação e na hora de fechar a conta. Por isso, a Link-Belt pontua os fatores decisivos para essa escolha.

De acordo o especialista de Produto da Link-Belt Latin America, Vladimir Machado, os responsáveis pela obra precisam levar quatro pontos principais em consideração: tipo de obra, dimensionamento da máquina, exigências de segurança e itens de manutenção.

1. Tipo de obra: as escavadeiras, com os respectivos acessórios, são muito versáteis. Por isso, primeiro é necessário entender o tipo de obra em que o equipamento irá atuar. A escavadeira de 20 toneladas, por exemplo, é uma ótima opção no mercado, pois é um equipamento capaz de trabalhar em obras de pequeno, médio e grande porte, principalmente, em áreas urbanas.

“Mas, se a empresa tem uma atividade mais específica, como fundações de prédios, infraestrutura e tubulações, uma escavadeira menor, de oito ou doze toneladas, pode ser compatível com essa demanda. São equipamentos mais compactos, que não necessitam de uma licença ou um caminhão específico para transporte, reduzindo os custos com transporte”, explica Machado.

2. Dimensionamento da máquina: depois de entender qual é a obra e a necessidade a ser suprida pela escavadeira, vale a pena pensar no dimensionamento da máquina. O peso do equipamento, as dimensões do braço, lança e da caçamba precisam ser definidas de acordo com a demanda. Para o especialista da Link-Belt, escolher o peso é o primeiro passo, já que uma escavadeira, dependendo do tipo de obra, não pode danificar o solo por onde passa.

3. Exigências de segurança: outro ponto a ser considerado na escolha do equipamento é a exigência da obra em relação à segurança. Há equipamentos com os mais diversos itens nesse quesito, então cabe aos responsáveis pensar nos fatores de risco do local. Um exemplo são as escavadeiras com cabines Roll Over Protective Structure (ROPS) e Falling Objects Protective Structure(FOPS), respectivamente, proteção contra capotamento e contra queda de materiais. “Em alguns casos você também precisa de um equipamento com sistema de proteção contra vazamentos e quebras de mangueiras. O cliente Link-Belt pode adquirir esse sistema como um item opcional”, explica Machado. Ele reforça que até mesmo as luzes do equipamento precisam ser pensadas por conta da necessidade de visibilidade no canteiro e lembra também das câmeras de ré, que aumentam a segurança.

4. Itens de manutenção: a manutenção é fator de impacto nos custos, afinal, com a prevenção em dia, é possível reduzir as paradas não programadas. Nesse sentido, o especialista da Link-Belt cita o dreno ecológico de óleo e a bomba de reabastecimento das escavadeiras da marca. “Nossos modelos possuem lubrificação nos pontos de braços e lanças, pinos e cilindros para cada mil horas trabalhadas. Assim, não há necessidade de um comboio de lubrificação diariamente, além de evitar o vazamento de óleo e o risco de contaminação do solo”, complementa ele.

Todos os fatores apontados pelo especialista ajudarão na produtividade e no desempenho da escavadeira em campo. Importante ressaltar que os modelos Link-Belt podem executar tarefas que variam desde a construção de taludes e cochos na agropecuária, atividades da infraestrutura como a nivelação e escavação de um terreno, trabalhos de içamento, movimentação de terra ou mesmo demolição.

Este setor, inclusive, tem na escavadeira da Link-Belt um forte aliado. O especialista atribui essa realidade à tecnologia empregada pela fabricante, destacando o motor com conceito de “down sizing”. “É um motor compacto, de quatro cilindros, com grande capacidade de torque e potência, sempre em baixa rotação”, diz. “Essa rotação se traduz em economia de combustível e é um dos principais pontos para que sejamos bem-conceituados no mercado de construção” , finaliza Machado.